quinta-feira, 22 de abril de 2010

As Preposições!

Ante a águia voar e

Após o sol brilhar,

Até eu me encantei

Com o brilho do seu olhar.

Contra mágoas batalhei,

De mês em mês trabalhei.

Desde Leiria até aqui,

Em vez de permanecer por ali.

Entre tristeza e ilusão,

Para pôr em prática a reacção.

Por mares navegar,

Perante os desafios trabalhar.

Sem perder o espírito,

Sob líquido derretido.

Sobre tudo eu falei e

Trás! Acertei!

Retirado de:
http://sitiodaescola.blogspot.com

Contributo de Ana Catarina 7E

Avô... Tenho Saudades!


Há dois meses atrás ,perdi uma parte da minha vida, do meu amor, da minha felicidade.
O meu avô morreu...
Quando soube dessa noticia fiquei muito triste, vazia por dentro como se tivesse perdido tudo!
Numa noite, cheia de estrelas, estava a pensar nele e perguntei-me a mim própria:
-Porquê tu, avô?
Logo, de repente, apareceu-me uma estrela cheia de luz à minha frente e disse:

-Porque é assim mesmo o rumo da vida e nós não podemos fazer nada para o mudar!
-Quem és?
-Sou o avô!
E eu, cheia de felicidade, perguntei:
-Avô, és mesmo tu?
-Sim... sou eu!
-Volta para ao pé de nós, avô...estão todos cheios de saudades tuas.
-Eu não posso!
-Mas porquê? Nós precisamos de ti aqui.
-Mas eu não posso ir.
-Mas aí não deves ser feliz como és aqui...
-Sim.
-Fico contente por saber, estava muito preocupada contigo.
-Eu vou sempre recordar-te como o melhor avô do mundoooo!
-Fico muito feliz por saber disso, tenho muito orgulho de te ter como neta!
-Eu também!- respondi com uma lágrima, que teimava em cair do canto do olho.
-Mas agora tenho de ir!
-Nãooooooo!Fica mais um pouco!
-Eu vou, mas volto.
-Quando é que voltas?
-Em breve!
-Vou ter saudades ...até lá.
-Adeus.
E foi-se embora deixando-me muito contente por saber que estava bem e feliz.
SAUDADES TUAS AVÔ!
Rita Bernardo

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Diálogo com uma Estrela Cadente (:



Estava eu numa noite de luar, em que havia muitas estrelas ,muito pensativa, a olhar o firmamento... enquanto estava a olhar pró céu, eu sonhava. E enquanto eu sonhava , uma estrela cadente falou comigo.
Estrela: Olá, como estás?
E eu ,meio confusa, respondi:
- Olá, estou bem e um pouco confusa. Como é que consegues falar?
Estrela: As pessoas, na sua maioria, não acreditam nas histórias de fadas e magias, mas só as mais sonhadoras, como tu é que conseguem falar com personagens imaginárias como eu.
Eu: AH! Está bem. Já estou esclarecida! Mas já que existes mesmo, será que como se diz nas histórias, tu consegues realizar desejos ?
Estrela: Sim sim, consigo pois. Ah, mas antes disso…vou apresentar-me. Chamo-me fantasia. E tu, como te chamas?
Eu: Que nome de sonhos .. és mesmo uma personagem animada. Ah sim, pois… continuando. Eu chamo-me Karen.
Estrela: Eu sei e obrigada. Sou a mais inteligente e mega-fanática por realizar sonhos do meu planeta. Humm… mas vamos lá ver. Qual é o teu desejo?
Eu: Que fixe! Sabes, há alguns dias, fiquei a saber que talvez me fosse embora, viver para outro país e eu não queria e nem quero mesmo nada . E queria muito que tu tirasses essa ideia parva da cabeça dos meus pais e que eu ficasse a viver cá, com os meus amigos e amigas, porque sem eles eu não sei viver.
Estrela: Humm…isso é um desejo difícil, mas como mostras um sentimento tão grande por eles eu vou concedê-lo.
Plimmplimm..plaam..plooomm!
Eu: Então, o que aconteceu? Realizou-se?
Estrela: Já está. Consegui! Isto foi magia e o teu desejo realizou-se. Amanhã terás uma grande surpresa e ficarás muito feliz.
Eu: Ai, que alivio! Obrigada, obrigada e obrigada fantasia. Agora vou poder estar ao pé de quem mais amo todos os dias .
Estrela: Estás a ver? As coisas nem sempre são como parecem e há sempre alternativa! Eu é que agradeço e fico muito feliz por estares assim, radiante. Aii … com tanta conversa, a minha mãe já me está a telefonar pelo interfone do nosso planeta! Foi bom estar este tempinho contigo e lembra-te: sempre que olhares para um noite como esta, eu irei aparecer e fazer-te ter um sorriso de orelha a orelha na cara.
Eu: Ah! Ok. Então, até uma próxima, fantasia. Gostei muito de te conhecer . Encontramo-nos em mais uma noite destas. Xaaaauu! Tenho de ir dormir.
Estrela: Adeus! Também tive muito gosto em te conhecer. Dorme bem e até á próxima noite.
Piim.. PoomPlimm..Puummm… FUI!
Eu: Adeus! Adeus!
E assim, no dia seguinte, antes das aulas, os meus pais tiveram uma conversa comigo, a dizer que íamos somente de férias e que eu poderia continuar a minha vida junto dos meus amigos. Fui radiante de felicidade para escola e partilhei com todos os meus amigos que iria ficar com eles para sempre.
Karen Souza nº14 6ºE

As Princesas da Beatriz!


sexta-feira, 16 de abril de 2010

Não deixem de ler, meu querido 6ºE!

Lembram-se de vos ter falado da turma que criou este blog? Lembram-se de vos ter dito como era especial e linda, como a vossa? Pois...o André enviou-nos uma das suas histórias, que vos deixo aqui para ler e comentar...Fiquei encantada, não só com a história, como por ter recebido notícias...parece que o meu querido 6ºB voltou para mim um bocadinho com esta história...Não deixem de ler e comentar...o André ficará contente.
A Pena Azul do Rei

Num reino muito longínquo governava um rei que acreditava em todas as histórias e em todas as lendas que se contavam na sua vila.
Um dia surgiu um rumor de que os pavões, que o tratador real tratava com muito carinho e delicadeza, tinham penas mágicas que davam sorte a quem as possuísse.
De camponês em camponês, de agricultor em agricultor e de guarda em guarda, chegou aos ouvidos do rei o tal rumor das penas mágicas.
Mas é claro que não chegou tal e qual como começou, pois houve muitas alterações pelo meio!
Os camponeses queriam dinheiro, os agricultores chuva para as plantações e claro que os guardas queriam mais segurança para não terem de trabalhar dia e noite incansavelmente.
-Com que então uma pena de um desses pavões, traz-me sorte, dinheiro, chuva e segurança? O que acha disso, meu fiel colega? – perguntou ele ao conselheiro real
-Acho que não há nada a perder senhor! Temos que admitir que essa “sorte” era capaz do nos ajudar!
Claro que, como o rei acreditava em tudo, concordou com o conselheiro e mandou chamar o tratador real. Ordenou-lhe logo de seguida que lhe trouxesse o pavão mais lindo e delicado que tivesse entre todas as aves. Assim o fez, e o conselheiro escolheu, entre todas as penas coloridas, a mais bonita: uma pena azul claro.
Desde então, as escavações rendiam muito ouro, havia chuva que regava todos os campos e os guardas até podiam dormir em serviço. Todos pensavam que era graças à pena azul do rei, mas houve um dia em que tudo mudou de repente, e para pior. Havia tanto ouro, que não o conseguiam esconder e então guardaram-no todo no castelo.
Os guardas que descansavam, não notaram que ladrões levaram o ouro pouco a pouco. Quando o rei descobriu, houve uma grande confusão e a segurança teve de ser reforçada e treinada. No meio disso, esqueceram-se da chuva que já era demasiada. Os campos inundaram-se, muitos animais fugiram e a terra, ficou lama.
O rei depressa culpou os pavões e as penas mandando libertar todas as aves no monte. O tratador real, embora triste, assim o fez, mas não foi isso que parou a onda de má sorte.
O povo culpou o rei por acreditar demasiado naquele rumor, que não passava duma lenda impossível.
Passou-se algum tempo e o rei decidiu trazer os pavões de volta, dar um tempo razoável de intervalo aos guardas, pagar aos camponeses os danos da chuva e usar o resto do ouro para fazer novos e maiores campos para os agricultores.
Assim, o rei deixou de acreditar em qualquer coisa que lhe dissessem que não tivesse qualquer sentido.


André Ferreira

Para quem gosta de ler...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Génio da Lampada


Fiz anos há umas semanas... ofereceram-me uma lâmpada muito esquisita.
Numa tarde depois das aulas, estava eu despreocupada a mexer na lâmpada, quando de repente começa a abanar nas minhas mãos e cai ao chão, do seu interior sai uma estranha personagem, que me disse:
-Olá, sou o Génio da Lâmpada e estou aqui para te conceder três desejos.
-Olá…- disse eu confusa- O que fazes aqui e de onde viste?
-Menos perguntas e mais acção. Despacha-te a pedir os desejos, porque eu não tenho o dia todo.
-Bom…eu até desejava ser rica, mas para quê a felicidade de ser rica, se não tiver a felicidade se ter amigos? Prefiro ter amigos, a ser rica. Também para quê desejar ser imortal, se algum dia vou ter de morrer e descobrir como é a vida depois da morte? Para quê desejar viajar pelo mundo inteiro? Se é só para ver miséria, vejo aqui! Se calhar se pedisse para matar a pobreza, fazia melhor figura e amigos para a vida inteira. Pedir para ser sempre feliz seria injusto e egoísta, nem aproveitaria a vida.
- Vais demorar muito? - perguntou o génio, já impaciente.
- Demoro o tempo que quiser. Não sei se são três os desejos, mas quero viver a vida como tiver de ser, é o meu único e maior desejo, vale por milhões. Não sei o que achas, nem se aceitas ou não, mas eu não vou mudar de ideias, se aceitas ainda bem, se não tenho muita pena, mas “baza”!
-Ok ok, eu concedo o desejo e desapareço da tua vista.
-Acho bem!
-Adeus.
Nesse preciso momento, fumo espalha-se pelo quarto e … plim, desapareceu! Se o desejo está cumprido? Se calhar, só o tempo o dirá!


Joana Cavalheiro

A Voz é muito importante!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Comentário sobre "A Galinha Ruiva"!

"Olá Isabel Preto!
A tua cara é preta ou é castanho claro ou cor de chocolate? O teu nome também é preto. O meu mano é moreno e também mais eu...Ele chama-se João!(João ratão cozido no caldeirão! Eh-eh)
Eu também adorei a história da Galinha Ruiva. Nunca me vou esquecer desta história!
Qualquer dia vão outros meninos e meninas contarem outra história diferente. Ainda não sabemos qual vamos escolher ou inventar...
Depois pomos no blogue dos Pequenos Jornalistas.
Beijinhos "
JOANA RITA (5 anos)


Isabel,
É so para te dar um bonequinho...

"Olá Isabel Preto! Gostei de saber o que tu disseste!´ Deve ser giro ter um filho de cada cor. Eu queria ser cor de chocolate, porque sou gulosa e porque os chocolates são castanhos e doces..."

Beijinhos
JOANA RITA (5 anos)

domingo, 11 de abril de 2010

A Galinha Ruiva!

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Classes de Palavras!

Adjectivos:Graus

O Adjectivo

Não é objecto
nem objectivo
é uma palavra
que está no activo
fardada a preceito
é bonita de ver
dá cor e aspecto
a quem a possuir
é alta é baixa
azul amarela
tem qualidades
raras de ver
apega-se a tudo
a tudo o que é vivo
beleza do nome é o adjectivo
com cores garridas
e saltos de sapo
grau a grau
enche o adjectivo
o papo.


José Alberto Marques

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Um Leão no Pacífico!




Realmente, a vossa turma é fabulosa! Nunca tive alunos que fizessem trabalhos tão lindos! Não tenho palavras para agradecer mais uma lindíssima tela, desta vez pintada pela Joana.
Obrigada, minha princesa...são alunas como tu, que me fazem sentir que ser professora é a melhor profissão do mundo.
Na tua turma, sinto isso todos os dias, porque são mesmo fantásticos e empenhados.
Tu, a doce Mariana, a minha melhor escritora, a Sara, a Cláudia...e depois, aqueles que me fazem rir...como a Ana Sara, a Rita Bernardo...e aqueles que lutam tanto e se esforçam, para conseguir como a Andreia, o Diogo, o Sidónio...sabes, gosto mesmo muito de todos os alunos da turma e...já fico triste por pensar que depressa vai chegar o final do ano.
Só espero que nunca se esqueçam de mim e continuem a ser meus companheiros pela vida fora, como outros alunos do meu passado.
Obrigada, Joana...muitos dos momentos especiais, que guardarei nas minhas lembranças, no baú das minhas memórias, ficarão para sempre ligados a ti...
A tela...está magnífica e será um belo presente para a Xinha, uma mãe especial.