Eu estou aqui, neste momento, a pensar em tudo o que o 6º E era e naquele "para sempre" que até há uns tempos alguns aindam acreditavam. Sinceramente, eu sou dessas pessoas que deixou de acreditar nisso. Acho que ao fim dos ultimos dias de aulas, demonstrei de corpo e alma o sentimento enorme que tenho por esta turma, que simplesmente com o tempo ... foi-se! Não consigo esquecer a sensação boa e angustiada do abraço caloroso e sincero da professora Isabel, na nossa última aula de português. Aquele abraço, aquela segurança, sentir as lágrimas vindas do rosto de outra pessoa , fez-me sentir tão perto de algo que muita gente diz ser "verdadeiro". Nunca vou conseguir esquecer o que aprendi e da maneira que cresci com o 6º E. Nunca vou conseguir esquecer as professoras e professores magníficos que tive, que me ajudaram e ensinaram não só o que fazia parte "da sua personagem" mas também algo mais para a vida, esses e tudo isso no 6º Ano. Quero e espero que esteja tudo bem na PEL, que as aulas de português estejam a seguir pelo rumo das histórias e textos encantados e mágicos, que a prof. Isabel faz com que sejam nas suas aulas. Que a professora Ana Paula Filipe, esteja com a força de vontade de ensinar e querer o melhor para os seus alunos, da mesma forma de quando eu a conheci. Foi e é um prazer conhecer pessoas como vocês. Obrigada por tudo, mas uma vez. Saudade? sim, tenho de muitas coisas. Mas o passado vai ficando guardado cá dentro, e vai aliviando a dor , até que deixo os meus momentos a sós, derramando lágrimas de alegria e muita vontade de voltar atrás. Esquecer o 6º E? acho que não consigo. Mas é a vida e vou ter de seguir em frente e deixar as recordações de tudo isso, bem guardado a chave, para que não desapareçam. Muitos beijinhos .
Este Blog foi criado pelo 6ºB em 2008/2009, para partilhar os trabalhos desenvolvidos em Área de Projecto. O 6ºE continuou a sonhar em 2009/2010...
sábado, 26 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
Faça lá um Poema: PNL
Quis conjugar “floresta”,
Mas “floresta” é um nome….
Como trabalhar nesta festa?
Como fazer o seu estudo?
Ah!, já sei!
Vou registar a área vocabular.
É assim:
Árvores, flores, animais…
Insectos, pedras, musgo,
Frutos, folhas, pardais,
Águas puras e frescas…
Tudo o que é bom demais!
Podes cheirar e saborear,
Sentir cheiros, sabores
E veres cores…
E nesta sinestesia,
Unires a tua alegria
E seres parte desta maravilha!
Luana Cardoso, escola Básica 2/3 Escariz
Mas “floresta” é um nome….
Como trabalhar nesta festa?
Como fazer o seu estudo?
Ah!, já sei!
Vou registar a área vocabular.
É assim:
Árvores, flores, animais…
Insectos, pedras, musgo,
Frutos, folhas, pardais,
Águas puras e frescas…
Tudo o que é bom demais!
Podes cheirar e saborear,
Sentir cheiros, sabores
E veres cores…
E nesta sinestesia,
Unires a tua alegria
E seres parte desta maravilha!
Luana Cardoso, escola Básica 2/3 Escariz
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A Floresta,
Concursos do PNL
quarta-feira, 16 de março de 2011
LengalengasII
Eram nove irmãs numa casa.
Uma foi fazer biscoito,
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 8.
Destas 8, meu bem, que ficaram
Uma foi amolar canivete
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 7
Destas 7, meu bem, que ficaram
Uma foi falar francês
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 6
Destas 6, meu bem, que ficaram,
Uma foi pelar um pinto
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 5
Destas 5, meu bem, que ficaram
Uma foi para o teatro
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 4
Destas 4, meu bem, que ficaram
Uma casou com um português
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 3
Destas 3, meu bem, que ficaram
Uma foi passear nas ruas
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 2
Dessas duas, meu bem, que ficaram
Uma não fez coisa alguma
Deu o tangalomango nela
Só ficou senão uma
Essa uma, meu bem, que ficou
Meteu-se a comer feijão
Deu o tangalomango nela
Acabou-se a geração
Eram doze moças donzelas
todas forradas de bronze:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão onze.
Dessas onze que elas eram
foram a lavar os pés:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão dez.
Dessas dez que elas eram
foram cavar uma cova:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão nove.
Dessas nove que elas eram
foram amassar biscoitos:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão oito.
Dessas oito que elas eram
todas usavam barrete:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão sete.
Dessas sete que elas eram
foram cantar por des réis:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão seis.
Dessas seis que elas eram
fecharam a porta no trinco:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão cinco.
Dessas cinco que elas eram
comeram arroz com pato:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão quatro.
Dessas quatro que elas eram
voltaram lá outra vez:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão três.
Dessas três que elas eram
foram lá por essas ruas:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão duas.
Dessas duas que elas eram
foram apanhar caruma:
deu o tranglomango nelas,
não ficou senão só uma.
Dessa uma que ela era
foi viver para a cidade:
deu o tranglomango nela,
não ficou senão metade.
Dessa metade que ela era
foi brincar com um peão:
deu o tranglomango nela,
acabou-se a geração.
Uma foi fazer biscoito,
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 8.
Destas 8, meu bem, que ficaram
Uma foi amolar canivete
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 7
Destas 7, meu bem, que ficaram
Uma foi falar francês
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 6
Destas 6, meu bem, que ficaram,
Uma foi pelar um pinto
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 5
Destas 5, meu bem, que ficaram
Uma foi para o teatro
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 4
Destas 4, meu bem, que ficaram
Uma casou com um português
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 3
Destas 3, meu bem, que ficaram
Uma foi passear nas ruas
Deu o tangalomango nela
Só ficaram senão 2
Dessas duas, meu bem, que ficaram
Uma não fez coisa alguma
Deu o tangalomango nela
Só ficou senão uma
Essa uma, meu bem, que ficou
Meteu-se a comer feijão
Deu o tangalomango nela
Acabou-se a geração
Eram doze moças donzelas
todas forradas de bronze:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão onze.
Dessas onze que elas eram
foram a lavar os pés:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão dez.
Dessas dez que elas eram
foram cavar uma cova:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão nove.
Dessas nove que elas eram
foram amassar biscoitos:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão oito.
Dessas oito que elas eram
todas usavam barrete:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão sete.
Dessas sete que elas eram
foram cantar por des réis:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão seis.
Dessas seis que elas eram
fecharam a porta no trinco:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão cinco.
Dessas cinco que elas eram
comeram arroz com pato:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão quatro.
Dessas quatro que elas eram
voltaram lá outra vez:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão três.
Dessas três que elas eram
foram lá por essas ruas:
deu o tranglomango nelas,
não ficaram senão duas.
Dessas duas que elas eram
foram apanhar caruma:
deu o tranglomango nelas,
não ficou senão só uma.
Dessa uma que ela era
foi viver para a cidade:
deu o tranglomango nela,
não ficou senão metade.
Dessa metade que ela era
foi brincar com um peão:
deu o tranglomango nela,
acabou-se a geração.
Lengalengas!
Tinha vinte e quatro freiras
Mandei-as fazer um doce
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão doze
Dessas doze que ficaram
mandei-as vestir de bronze
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão onze
dessas onze que ficaram
mandei-as lavar os pés
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão dez
dessas dez que me ficaram
mandei-as pró dezanove
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão nove
dessas nove que ficaram
mandei-as coer biscoito
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão oito
dessas oito que ficaram
mandei-as pró dezassete
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão sete
dessas sete que me ficaram
mandei-as contar os reis
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão seis
dessas seis que me ficaram
mandei-as pró João Pinto
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão cinco
dessas cinco que ficaram
mandei-as cortar tabaco
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão quatro
dessas quatro que ficaram
mandei-as lá outra vez
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão três
dessas três que me ficaram
mandei-as calçar as luvas
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão duas
dessas duas que ficaram
mandei-as comer pirua
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão uma
Tinha vinte e quatro freiras
fi-las andar na poeira
elas morreram-me todas
com uma grande borracheira!
Mandei-as fazer um doce
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão doze
Dessas doze que ficaram
mandei-as vestir de bronze
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão onze
dessas onze que ficaram
mandei-as lavar os pés
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão dez
dessas dez que me ficaram
mandei-as pró dezanove
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão nove
dessas nove que ficaram
mandei-as coer biscoito
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão oito
dessas oito que ficaram
mandei-as pró dezassete
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão sete
dessas sete que me ficaram
mandei-as contar os reis
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão seis
dessas seis que me ficaram
mandei-as pró João Pinto
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão cinco
dessas cinco que ficaram
mandei-as cortar tabaco
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão quatro
dessas quatro que ficaram
mandei-as lá outra vez
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão três
dessas três que me ficaram
mandei-as calçar as luvas
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão duas
dessas duas que ficaram
mandei-as comer pirua
deu-lhes o tragulotrico trangulumangulo nelas
não ficaram senão uma
Tinha vinte e quatro freiras
fi-las andar na poeira
elas morreram-me todas
com uma grande borracheira!
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Lengalengas
domingo, 13 de março de 2011
As senhoras da mantinha de seda!
Havia uma viúva que tinha um filho aparvalhado.
Um dia diz-lhe a mãe:
- Vai à cidade, leva esta barranha de mel, vende-a e traz-me o dinheiro.
O rapaz aceitou a barranha de mel e foi para a cidade. Pelo caminho viu-se perseguido pelas moscas e disse:
- Se as senhoras querem comprar o mel, fazemos negócio, mas não me piquem.
As moscas não responderam e insistiram em não o largar. Então ele despejou o mel sobre uma pedra e disse:
- Aí o têm; despachem-se e venha o dinheiro.
As moscas caíram sobre o mel e nada de dinheiro. Então ele zangou-se e disse que se ia queixar à justiça, voltando a casa para vestir o seu fato novo e apresentar-se ao juiz. Logo que chegou a casa, a mãe pediu-lhe o dinheiro do mel.
- Vendi-o a umas senhoras de mantinha de seda, mas não me deram o dinheiro.
- Mas tu conheces essas senhoras?
- Conheço-as de vista. Vou queixar-me ao juiz.
Vestiu o seu fato novo e apresentou-se ao juiz, perante quem lavrou a sua queixa.
- E quem são essas senhoras? - perguntou o juiz.
- Não lhes sei dizer o nome, mas conheço-as logo que as veja.
- Quando as encontrar atire-lhes uma boa paulada - disse o magistrado.
Neste momento pousou na testa do juiz uma mosca. Então o labrego ferrou-lhe na testa uma paulada, dizendo:
- Da primeira estou vingado.
Um dia diz-lhe a mãe:
- Vai à cidade, leva esta barranha de mel, vende-a e traz-me o dinheiro.
O rapaz aceitou a barranha de mel e foi para a cidade. Pelo caminho viu-se perseguido pelas moscas e disse:
- Se as senhoras querem comprar o mel, fazemos negócio, mas não me piquem.
As moscas não responderam e insistiram em não o largar. Então ele despejou o mel sobre uma pedra e disse:
- Aí o têm; despachem-se e venha o dinheiro.
As moscas caíram sobre o mel e nada de dinheiro. Então ele zangou-se e disse que se ia queixar à justiça, voltando a casa para vestir o seu fato novo e apresentar-se ao juiz. Logo que chegou a casa, a mãe pediu-lhe o dinheiro do mel.
- Vendi-o a umas senhoras de mantinha de seda, mas não me deram o dinheiro.
- Mas tu conheces essas senhoras?
- Conheço-as de vista. Vou queixar-me ao juiz.
Vestiu o seu fato novo e apresentou-se ao juiz, perante quem lavrou a sua queixa.
- E quem são essas senhoras? - perguntou o juiz.
- Não lhes sei dizer o nome, mas conheço-as logo que as veja.
- Quando as encontrar atire-lhes uma boa paulada - disse o magistrado.
Neste momento pousou na testa do juiz uma mosca. Então o labrego ferrou-lhe na testa uma paulada, dizendo:
- Da primeira estou vingado.
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segunda-feira, 7 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
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