Quando me virem a montar blocos
A construir casas, prédios, cidades
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender sobre o equilíbrio e as formas
Um dia, posso vir a ser engenheiro ou arquitecto.
Quando me virem a fantasiar
A fazer comidinha, a cuidar das bonecas
Não pensem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a cuidar de mim e dos outros
Um dia, posso vir a ser mãe ou pai.
Quando me virem coberto de tinta
Ou a pintar, ou a esculpir e a moldar barro
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a expressar-me e a criar
Um dia, posso vir a ser artista ou inventor.
Quando me virem sentado
A ler para uma plateia imaginária
Não riam e achem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a comunicar e a interpretar
Um dia, posso vir a ser professor ou actor.
Quando me virem à procura de insectos no mato
Ou a encher os meus bolsos com bugigangas
Não achem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a prestar atenção e a explorar
Um dia, posso vir a ser cientista.
Quando me virem mergulhado num puzzle
Ou nalgum jogo da escola
Não pensem que perco tempo a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a resolver problemas e a concentrar-me
Um dia posso vir a ser empresário.
Quando me virem a cozinhar e a provar comida
Não achem, porque estou a gostar, que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a seguir as instruções e a descobrir as diferenças
Um dia, posso vir a ser Chef.
Quando me virem a pular, a saltar a correr e a movimentar-me
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender como funciona o meu corpo
Um dia posso vir a ser médico, enfermeiro ou atleta.
Quando me perguntarem o que fiz hoje na escola
E eu disser que brinquei
Não me entendam mal
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a trabalhar com prazer e eficiência
Estou a preparar-me para o futuro
Hoje, sou criança e o meu trabalho é brincar.
Este Blog foi criado pelo 6ºB em 2008/2009, para partilhar os trabalhos desenvolvidos em Área de Projecto. O 6ºE continuou a sonhar em 2009/2010...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Encontrar as metades que faltam aos textos!
1. Escolhem-se quatro narrativas que se dividem ao meio. O número de exemplares varia consoante o número de alunos.
2. Dá-se a cada aluno metade de uma narrativa que este deve ler para procurar o colega que terá a outra metade. Como existem vários exemplares de cada texto, há várias combinações possíveis de alunos.
3. Quando o par se encontra, começa a fazer a leitura total do texto. O elemento que tem a metade inicial é o primeiro a ler ao colega a sua parte.
4. Em seguida, junta-se a turma em grupos: cada grupo deverá ter um exemplar de todas as narrativas (se forem quatro as narrativas escolhidas, cada grupo conta com quatro pares, logo com oito elementos).
5. O professor procede a um jogo de perguntas sobre cada narrativa. Ganha a equipa cujos elementos acertarem mais vezes nas respostas.
2. Dá-se a cada aluno metade de uma narrativa que este deve ler para procurar o colega que terá a outra metade. Como existem vários exemplares de cada texto, há várias combinações possíveis de alunos.
3. Quando o par se encontra, começa a fazer a leitura total do texto. O elemento que tem a metade inicial é o primeiro a ler ao colega a sua parte.
4. Em seguida, junta-se a turma em grupos: cada grupo deverá ter um exemplar de todas as narrativas (se forem quatro as narrativas escolhidas, cada grupo conta com quatro pares, logo com oito elementos).
5. O professor procede a um jogo de perguntas sobre cada narrativa. Ganha a equipa cujos elementos acertarem mais vezes nas respostas.
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Atividades de leitura
domingo, 27 de março de 2011
Gostar dos outros...
Jacob pensa no que pode ser quando for grande.
— Talvez carpinteiro — diz Jacob. — Lixar bem as arestas para que ninguém se magoe.
— Por exemplo… — diz Catarina.
— Talvez cobrador de autocarro — diz Jacob. — Alguém que sabe quando se deve sair e mudar. — É possível — diz Catarina.
— Talvez palhaço — diz Jacob — com uns sapatos enormes, para fazer rir as pessoas. — Também pode ser — responde Catarina.
— Podes ser muitas coisas, quem sabe? Mas, em todo o caso, tens de ser alguém que escute com atenção. Alguém que saiba guardar um segredo. Alguém que não se ria quando vir alguém a chorar. Alguém que seja capaz de ajudar os outros. Alguém de quem se goste… Se fores assim, tanto faz que profissão possas ter.
— Tens razão — diz Jacob.
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contadores de histórias
sábado, 26 de março de 2011
Olá!
Eu estou aqui, neste momento, a pensar em tudo o que o 6º E era e naquele "para sempre" que até há uns tempos alguns aindam acreditavam. Sinceramente, eu sou dessas pessoas que deixou de acreditar nisso. Acho que ao fim dos ultimos dias de aulas, demonstrei de corpo e alma o sentimento enorme que tenho por esta turma, que simplesmente com o tempo ... foi-se! Não consigo esquecer a sensação boa e angustiada do abraço caloroso e sincero da professora Isabel, na nossa última aula de português. Aquele abraço, aquela segurança, sentir as lágrimas vindas do rosto de outra pessoa , fez-me sentir tão perto de algo que muita gente diz ser "verdadeiro". Nunca vou conseguir esquecer o que aprendi e da maneira que cresci com o 6º E. Nunca vou conseguir esquecer as professoras e professores magníficos que tive, que me ajudaram e ensinaram não só o que fazia parte "da sua personagem" mas também algo mais para a vida, esses e tudo isso no 6º Ano. Quero e espero que esteja tudo bem na PEL, que as aulas de português estejam a seguir pelo rumo das histórias e textos encantados e mágicos, que a prof. Isabel faz com que sejam nas suas aulas. Que a professora Ana Paula Filipe, esteja com a força de vontade de ensinar e querer o melhor para os seus alunos, da mesma forma de quando eu a conheci. Foi e é um prazer conhecer pessoas como vocês. Obrigada por tudo, mas uma vez. Saudade? sim, tenho de muitas coisas. Mas o passado vai ficando guardado cá dentro, e vai aliviando a dor , até que deixo os meus momentos a sós, derramando lágrimas de alegria e muita vontade de voltar atrás. Esquecer o 6º E? acho que não consigo. Mas é a vida e vou ter de seguir em frente e deixar as recordações de tudo isso, bem guardado a chave, para que não desapareçam. Muitos beijinhos .
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