sexta-feira, 23 de abril de 2010

quinta-feira, 22 de abril de 2010

As Preposições!

Ante a águia voar e

Após o sol brilhar,

Até eu me encantei

Com o brilho do seu olhar.

Contra mágoas batalhei,

De mês em mês trabalhei.

Desde Leiria até aqui,

Em vez de permanecer por ali.

Entre tristeza e ilusão,

Para pôr em prática a reacção.

Por mares navegar,

Perante os desafios trabalhar.

Sem perder o espírito,

Sob líquido derretido.

Sobre tudo eu falei e

Trás! Acertei!

Retirado de:
http://sitiodaescola.blogspot.com

Contributo de Ana Catarina 7E

Avô... Tenho Saudades!


Há dois meses atrás ,perdi uma parte da minha vida, do meu amor, da minha felicidade.
O meu avô morreu...
Quando soube dessa noticia fiquei muito triste, vazia por dentro como se tivesse perdido tudo!
Numa noite, cheia de estrelas, estava a pensar nele e perguntei-me a mim própria:
-Porquê tu, avô?
Logo, de repente, apareceu-me uma estrela cheia de luz à minha frente e disse:

-Porque é assim mesmo o rumo da vida e nós não podemos fazer nada para o mudar!
-Quem és?
-Sou o avô!
E eu, cheia de felicidade, perguntei:
-Avô, és mesmo tu?
-Sim... sou eu!
-Volta para ao pé de nós, avô...estão todos cheios de saudades tuas.
-Eu não posso!
-Mas porquê? Nós precisamos de ti aqui.
-Mas eu não posso ir.
-Mas aí não deves ser feliz como és aqui...
-Sim.
-Fico contente por saber, estava muito preocupada contigo.
-Eu vou sempre recordar-te como o melhor avô do mundoooo!
-Fico muito feliz por saber disso, tenho muito orgulho de te ter como neta!
-Eu também!- respondi com uma lágrima, que teimava em cair do canto do olho.
-Mas agora tenho de ir!
-Nãooooooo!Fica mais um pouco!
-Eu vou, mas volto.
-Quando é que voltas?
-Em breve!
-Vou ter saudades ...até lá.
-Adeus.
E foi-se embora deixando-me muito contente por saber que estava bem e feliz.
SAUDADES TUAS AVÔ!
Rita Bernardo

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Diálogo com uma Estrela Cadente (:



Estava eu numa noite de luar, em que havia muitas estrelas ,muito pensativa, a olhar o firmamento... enquanto estava a olhar pró céu, eu sonhava. E enquanto eu sonhava , uma estrela cadente falou comigo.
Estrela: Olá, como estás?
E eu ,meio confusa, respondi:
- Olá, estou bem e um pouco confusa. Como é que consegues falar?
Estrela: As pessoas, na sua maioria, não acreditam nas histórias de fadas e magias, mas só as mais sonhadoras, como tu é que conseguem falar com personagens imaginárias como eu.
Eu: AH! Está bem. Já estou esclarecida! Mas já que existes mesmo, será que como se diz nas histórias, tu consegues realizar desejos ?
Estrela: Sim sim, consigo pois. Ah, mas antes disso…vou apresentar-me. Chamo-me fantasia. E tu, como te chamas?
Eu: Que nome de sonhos .. és mesmo uma personagem animada. Ah sim, pois… continuando. Eu chamo-me Karen.
Estrela: Eu sei e obrigada. Sou a mais inteligente e mega-fanática por realizar sonhos do meu planeta. Humm… mas vamos lá ver. Qual é o teu desejo?
Eu: Que fixe! Sabes, há alguns dias, fiquei a saber que talvez me fosse embora, viver para outro país e eu não queria e nem quero mesmo nada . E queria muito que tu tirasses essa ideia parva da cabeça dos meus pais e que eu ficasse a viver cá, com os meus amigos e amigas, porque sem eles eu não sei viver.
Estrela: Humm…isso é um desejo difícil, mas como mostras um sentimento tão grande por eles eu vou concedê-lo.
Plimmplimm..plaam..plooomm!
Eu: Então, o que aconteceu? Realizou-se?
Estrela: Já está. Consegui! Isto foi magia e o teu desejo realizou-se. Amanhã terás uma grande surpresa e ficarás muito feliz.
Eu: Ai, que alivio! Obrigada, obrigada e obrigada fantasia. Agora vou poder estar ao pé de quem mais amo todos os dias .
Estrela: Estás a ver? As coisas nem sempre são como parecem e há sempre alternativa! Eu é que agradeço e fico muito feliz por estares assim, radiante. Aii … com tanta conversa, a minha mãe já me está a telefonar pelo interfone do nosso planeta! Foi bom estar este tempinho contigo e lembra-te: sempre que olhares para um noite como esta, eu irei aparecer e fazer-te ter um sorriso de orelha a orelha na cara.
Eu: Ah! Ok. Então, até uma próxima, fantasia. Gostei muito de te conhecer . Encontramo-nos em mais uma noite destas. Xaaaauu! Tenho de ir dormir.
Estrela: Adeus! Também tive muito gosto em te conhecer. Dorme bem e até á próxima noite.
Piim.. PoomPlimm..Puummm… FUI!
Eu: Adeus! Adeus!
E assim, no dia seguinte, antes das aulas, os meus pais tiveram uma conversa comigo, a dizer que íamos somente de férias e que eu poderia continuar a minha vida junto dos meus amigos. Fui radiante de felicidade para escola e partilhei com todos os meus amigos que iria ficar com eles para sempre.
Karen Souza nº14 6ºE

As Princesas da Beatriz!


sexta-feira, 16 de abril de 2010

Não deixem de ler, meu querido 6ºE!

Lembram-se de vos ter falado da turma que criou este blog? Lembram-se de vos ter dito como era especial e linda, como a vossa? Pois...o André enviou-nos uma das suas histórias, que vos deixo aqui para ler e comentar...Fiquei encantada, não só com a história, como por ter recebido notícias...parece que o meu querido 6ºB voltou para mim um bocadinho com esta história...Não deixem de ler e comentar...o André ficará contente.
A Pena Azul do Rei

Num reino muito longínquo governava um rei que acreditava em todas as histórias e em todas as lendas que se contavam na sua vila.
Um dia surgiu um rumor de que os pavões, que o tratador real tratava com muito carinho e delicadeza, tinham penas mágicas que davam sorte a quem as possuísse.
De camponês em camponês, de agricultor em agricultor e de guarda em guarda, chegou aos ouvidos do rei o tal rumor das penas mágicas.
Mas é claro que não chegou tal e qual como começou, pois houve muitas alterações pelo meio!
Os camponeses queriam dinheiro, os agricultores chuva para as plantações e claro que os guardas queriam mais segurança para não terem de trabalhar dia e noite incansavelmente.
-Com que então uma pena de um desses pavões, traz-me sorte, dinheiro, chuva e segurança? O que acha disso, meu fiel colega? – perguntou ele ao conselheiro real
-Acho que não há nada a perder senhor! Temos que admitir que essa “sorte” era capaz do nos ajudar!
Claro que, como o rei acreditava em tudo, concordou com o conselheiro e mandou chamar o tratador real. Ordenou-lhe logo de seguida que lhe trouxesse o pavão mais lindo e delicado que tivesse entre todas as aves. Assim o fez, e o conselheiro escolheu, entre todas as penas coloridas, a mais bonita: uma pena azul claro.
Desde então, as escavações rendiam muito ouro, havia chuva que regava todos os campos e os guardas até podiam dormir em serviço. Todos pensavam que era graças à pena azul do rei, mas houve um dia em que tudo mudou de repente, e para pior. Havia tanto ouro, que não o conseguiam esconder e então guardaram-no todo no castelo.
Os guardas que descansavam, não notaram que ladrões levaram o ouro pouco a pouco. Quando o rei descobriu, houve uma grande confusão e a segurança teve de ser reforçada e treinada. No meio disso, esqueceram-se da chuva que já era demasiada. Os campos inundaram-se, muitos animais fugiram e a terra, ficou lama.
O rei depressa culpou os pavões e as penas mandando libertar todas as aves no monte. O tratador real, embora triste, assim o fez, mas não foi isso que parou a onda de má sorte.
O povo culpou o rei por acreditar demasiado naquele rumor, que não passava duma lenda impossível.
Passou-se algum tempo e o rei decidiu trazer os pavões de volta, dar um tempo razoável de intervalo aos guardas, pagar aos camponeses os danos da chuva e usar o resto do ouro para fazer novos e maiores campos para os agricultores.
Assim, o rei deixou de acreditar em qualquer coisa que lhe dissessem que não tivesse qualquer sentido.


André Ferreira

Para quem gosta de ler...