Este Blog foi criado pelo 6ºB em 2008/2009, para partilhar os trabalhos desenvolvidos em Área de Projecto. O 6ºE continuou a sonhar em 2009/2010...
sexta-feira, 23 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
As Preposições!
Após o sol brilhar,
Até eu me encantei
Com o brilho do seu olhar.
Contra mágoas batalhei,
De mês em mês trabalhei.
Desde Leiria até aqui,
Em vez de permanecer por ali.
Entre tristeza e ilusão,
Para pôr em prática a reacção.
Por mares navegar,
Perante os desafios trabalhar.
Sem perder o espírito,
Sob líquido derretido.
Sobre tudo eu falei e
Trás! Acertei!
Retirado de:
http://sitiodaescola.blogspot.com
Avô... Tenho Saudades!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Diálogo com uma Estrela Cadente (:
Estrela: Olá, como estás?
- Olá, estou bem e um pouco confusa. Como é que consegues falar?
Estrela: As pessoas, na sua maioria, não acreditam nas histórias de fadas e magias, mas só as mais sonhadoras, como tu é que conseguem falar com personagens imaginárias como eu.
Eu: AH! Está bem. Já estou esclarecida! Mas já que existes mesmo, será que como se diz nas histórias, tu consegues realizar desejos ?
Estrela: Sim sim, consigo pois. Ah, mas antes disso…vou apresentar-me. Chamo-me fantasia. E tu, como te chamas?
Eu: Que nome de sonhos .. és mesmo uma personagem animada. Ah sim, pois… continuando. Eu chamo-me Karen.
Estrela: Eu sei e obrigada. Sou a mais inteligente e mega-fanática por realizar sonhos do meu planeta. Humm… mas vamos lá ver. Qual é o teu desejo?
Eu: Que fixe! Sabes, há alguns dias, fiquei a saber que talvez me fosse embora, viver para outro país e eu não queria e nem quero mesmo nada . E queria muito que tu tirasses essa ideia parva da cabeça dos meus pais e que eu ficasse a viver cá, com os meus amigos e amigas, porque sem eles eu não sei viver.
Estrela: Humm…isso é um desejo difícil, mas como mostras um sentimento tão grande por eles eu vou concedê-lo.
Estrela: Já está. Consegui! Isto foi magia e o teu desejo realizou-se. Amanhã terás uma grande surpresa e ficarás muito feliz.
Eu: Ai, que alivio! Obrigada, obrigada e obrigada fantasia. Agora vou poder estar ao pé de quem mais amo todos os dias .
Estrela: Estás a ver? As coisas nem sempre são como parecem e há sempre alternativa! Eu é que agradeço e fico muito feliz por estares assim, radiante. Aii … com tanta conversa, a minha mãe já me está a telefonar pelo interfone do nosso planeta! Foi bom estar este tempinho contigo e lembra-te: sempre que olhares para um noite como esta, eu irei aparecer e fazer-te ter um sorriso de orelha a orelha na cara.
Eu: Ah! Ok. Então, até uma próxima, fantasia. Gostei muito de te conhecer . Encontramo-nos em mais uma noite destas. Xaaaauu! Tenho de ir dormir.
Estrela: Adeus! Também tive muito gosto em te conhecer. Dorme bem e até á próxima noite.
Piim.. Poom…Plimm..Puummm… FUI!
E assim, no dia seguinte, antes das aulas, os meus pais tiveram uma conversa comigo, a dizer que íamos somente de férias e que eu poderia continuar a minha vida junto dos meus amigos. Fui radiante de felicidade para escola e partilhei com todos os meus amigos que iria ficar com eles para sempre.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Não deixem de ler, meu querido 6ºE!
Num reino muito longínquo governava um rei que acreditava em todas as histórias e em todas as lendas que se contavam na sua vila.
Um dia surgiu um rumor de que os pavões, que o tratador real tratava com muito carinho e delicadeza, tinham penas mágicas que davam sorte a quem as possuísse.
De camponês em camponês, de agricultor em agricultor e de guarda em guarda, chegou aos ouvidos do rei o tal rumor das penas mágicas.
Mas é claro que não chegou tal e qual como começou, pois houve muitas alterações pelo meio!
Os camponeses queriam dinheiro, os agricultores chuva para as plantações e claro que os guardas queriam mais segurança para não terem de trabalhar dia e noite incansavelmente.
-Com que então uma pena de um desses pavões, traz-me sorte, dinheiro, chuva e segurança? O que acha disso, meu fiel colega? – perguntou ele ao conselheiro real
-Acho que não há nada a perder senhor! Temos que admitir que essa “sorte” era capaz do nos ajudar!
Claro que, como o rei acreditava em tudo, concordou com o conselheiro e mandou chamar o tratador real. Ordenou-lhe logo de seguida que lhe trouxesse o pavão mais lindo e delicado que tivesse entre todas as aves. Assim o fez, e o conselheiro escolheu, entre todas as penas coloridas, a mais bonita: uma pena azul claro.
Desde então, as escavações rendiam muito ouro, havia chuva que regava todos os campos e os guardas até podiam dormir em serviço. Todos pensavam que era graças à pena azul do rei, mas houve um dia em que tudo mudou de repente, e para pior. Havia tanto ouro, que não o conseguiam esconder e então guardaram-no todo no castelo.
Os guardas que descansavam, não notaram que ladrões levaram o ouro pouco a pouco. Quando o rei descobriu, houve uma grande confusão e a segurança teve de ser reforçada e treinada. No meio disso, esqueceram-se da chuva que já era demasiada. Os campos inundaram-se, muitos animais fugiram e a terra, ficou lama.
O rei depressa culpou os pavões e as penas mandando libertar todas as aves no monte. O tratador real, embora triste, assim o fez, mas não foi isso que parou a onda de má sorte.
O povo culpou o rei por acreditar demasiado naquele rumor, que não passava duma lenda impossível.
Passou-se algum tempo e o rei decidiu trazer os pavões de volta, dar um tempo razoável de intervalo aos guardas, pagar aos camponeses os danos da chuva e usar o resto do ouro para fazer novos e maiores campos para os agricultores.
Assim, o rei deixou de acreditar em qualquer coisa que lhe dissessem que não tivesse qualquer sentido.
André Ferreira
Sites indicados
- http://especialprof.blogspot.com/2008/08/escola-para-autistas-com-mtodo-aba.html
- http://www.rtp.pt/wportal/infantil/jogos.php
- http://www.eusou.com/crianca/
- http://nonio.eses.pt/eusei/
- http://e-livros.clube-de-leituras.pt/
- http://www.minutosdeleitura.pt/
- http://alfarrabio.di.uminho.pt/cancioneiro/serie1.html
- http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/index1.php?cxnmbr1242336746

