sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Escrita criativa!

"Era a vez da história sobre a lebre e o cágado postos na linha de partida para achar o vencedor.
Esta narradora encontra-se em estado de terrível aflição por saber-se proibida de escrever a vogal do fim das cinco vogais, tornando impossível este exercício!
Lá estão eles, a lebre e o cágado, e não passo disto. Eles na grelha de partida, sem poder arrancar, sem paciência, receando já não sair do mesmo sítio...enfim, o disparo! Lá vão os dois. O mais veloz deixa o rasto de poeira para o réptil? Anfíbio? Corre e desaparece no horizonte. O cágado, coitado, arrasta-se com vagar e avança devagar...mas avança, a defender o ditado que protege e explica a meta dos mais vagarosos.
Bem adiante, perto do maior dos chaparros, a lebre pára para coçar a orelha direita e dormir a sesta merecida. Acorda e constata que o cágado vem a chegar e, espantada, dá novos saltos e corridas, mas tropeça, cai e parte a pata direita da frente. Chorosa, deixa-se ficar, lamentando o azar que teve.
Entretanto o cágado chega e vence, na glória dos lentos!"


Vera Vilhena

sábado, 29 de janeiro de 2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Aceitação e Tolerância!


"Numa noite escura e fria, alguns porcos-espinhos descobrem que encostando-se uns aos outros têm menos frio. Aproximam-se cada vez mais, mas- ai! ui!- como são porcos-espinhos, acabam por se picar mutuamente. Espantados, afastam-se. Ora, quando se separam, voltam a sentir frio e lamentam-se por terem deixado o calor, mas também receiam picar-se novamente. Passado algum tempo e vencido o medo, voltam a juntar-se e novamente a picar-se. Apesar de tudo, aguentam-se assim, durante algum tempo até que descobrem que, se se mantiverem próximos a determinada distância, conseguem transmitir calor sem se ferir."



Fábula de Arthur Schopenhauer, reelaborada por Sigmund Freud

A Adolescência!

Um Mundo de Mudanças from Joninhas on Vimeo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

olá !

Bem pois, eu cresci como todos esperavam, aprendi coisas novas, ainda estou a tentar compreender muitas mas as que ja sei vou tentar fazer de exemplo .
Sim eu vou começar mais um daqueles textos dramaticos, e desculpem se for enorme, mas não consigo evitá-lo. O 7º. ano, como tenho dito muitas vezes, não foi um sonho e nem mais um ano a alcançar, em alguns casos, porque perdi as pessoas que eu julgava serem as mais importantes e ainda são. E como todos sabem, tudo muda e nada é um "felizes para sempre", e é isso que aconteceu, por mais que eu lamente muito e fique só a queixar-me.
A grande certeza que tenho é que sim, eu sinto mesmo muito a vossa falta, por mais situações e discussões que ás vezes tinhamos por assuntos parvos, por mais que nos tratassemos mal uns aos outros muitas vezes, por mais que nem sempre a turma estava toda junta, porque era divida em grupinhos, durante os intervalos, mesmo tudo o que pode ter corrido mal em alguns dias, eu sinto a falta disso tudo. Eramos uma turma unida, por todos os outros, mesmo sendo gozados, eramos um exemplo e a melhor turma da escola. Mesmo nós com os nossos altos e baixos quase acabando o ano, nós eramos nós. Sim, crescemos todos, estamos todos diferentes, conhecemos pessoas novas, habituamo-nos a uma turma nova e a tudo o resto que se tem passado nestes dias, e nada vai voltar a ser como era, infelizmente.
Estou e acho que tal como voces, a sentir o que é ter muito mais peso nas costas, algumas ou mais discussões, estamos a falar uns nas costas dos outros, muitas vezes gozar, e isso não está certo. Não tenho moral nenhuma para o dizer, porque tambem faço isso muitas vezes. Gozo-vos, fala nas vossas costas, mas depois, acontece uma coisa estranha. Eu olho para voces de longe e lembro-me do quanto era agradável e valioso o tempo com voces. Tudo era simples, as brincadeiras e as coisas feitas em conjunto eram especiais. Mas agora não, tudo mudou, nada é igual, nada passa de um mero dia, meras aulas, meros olá's e adeus, meros intervalos, meros beijinhos e "estas boa?", meros acontecimentos, que antes eram um tudo no dia a dia, que valia apena. é isso turma, continuo a sentir a falta de cada um, das professoras e professores, das nossas aulas, dos nossos intervalos, das nossas brincadeiras e muitos momentos a partilhar uns com os outros. Enfim, o que fica é a saudade mas com muito amor.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010